Plano de Estudos

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Processos e territórios da expansão colonial portuguesa
Renata Malcher de Araújo
 Investigação em Patrimónios [IP1] 10 ECTS

Descrição
A expansão portuguesa para fora do que é o território natural de Portugal foi iniciada no segundo quartel do século XV e, virtualmente, só teve fim em 1974. Esse processo de mais de meio milénio não poderia ter sido contínuo e uniforme, não poderia ter seguido modelos ou padrões, pois as suas dinâmicas (da exploração à colonização), a variedade dos espaços e distâncias e as múltiplas conjuras e conjunturas o impediram. Evitando o guião de uma história da expansão, menos ainda da colonização, esta unidade curricular visará a interpretação informada das matrizes da evolução espacial dessa expansão e o conhecimento global das características físicas dos diversos contextos geográficos em questão, potenciando leituras cruzadas e comparativas sobre tudo isso, o que consubstancia o objetivo formativo central desta unidade curricular. Em suma, o estudante deverá ficar capacitado para compreender os diversos contextos históricos das diásporas da cultura portuguesa nos mais diversos territórios.

Conteúdos

  • Reconquista e expansão;
  • Expansão e colonização;
  • Ciência e tecnologia, navegação e geometria;
  • A geografia da expansão a Oriente;
  • Territórios e agentes: Estado, Coroa, Padroado, lançados;
  • A geografia da expansão no Atlântico;
  • Agrimensura e urbanística;
  • Oposição e composição no Iº Império;
  • Oposição e composição no IIº Império;
  • Os territórios, as geografias e as expressões vernaculares.

Metodologias de ensino e avaliação
A unidade curricular estruturar-se-á sobre 11 sessões de trabalho de quatro horas cada. Dez delas serão repartidas entre uma parte expositiva (com recurso a meios audiovisuais) e a discussão em seminário dos assuntos versados. A abordagem de cada tema terá em linha de conta, sempre que existam dados para tal, três momentos a recordar, sendo evidente o caráter de charneira do segundo: i) o da constituição do facto; ii) o da produção do conhecimento sobre ele; iii) o da sua contemporaneidade. Depois de duas daquelas aulas será realizada uma terceira, que consistirá na apresentação e discussão da ficha de leitura que cada aluno preparou acerca de uma obra, ou conjunto coerente de obras, diretamente relacionadas com os temas abordados nas sessões anteriores. A avaliação será contínua.

Bibliografia essencial

  • ALEXANDRE, V. (1993), Os Sentidos do império: Questão Nacional e Questão Colonial na crise do Antigo Regime Português. Porto: Afrontamento
  • BOXER, C. R. (1969), O Império Marítimo Português. Lisboa: Edições 70. 1992
  • BRAUDEL, F. (1987), Gramática das civilizações. Lisboa: Teorema. 1989
  • CORTESÃO, J. (1958), Os Descobrimentos Portugueses. Lisboa: Arcádia. 2 vol.s
  • BETHENCOURT, F.; CHAUDHURI, K. (dir.) (1998), História da Expansão Portuguesa. Lisboa: Círculo de Leitores. 5 vol.s
  • MARQUES, A. H. de Oliveira; DIAS, J.J. Alves (2003), Atlas Histórico de Portugal e do Ultramar Português. Lisboa: CEH da UNL
  • MARQUES, A. H. de O.; SERRÃO, J. (dir.) (1986-2005), Nova História da Expansão Portuguesa. Lisboa: Estampa. 11 vol.s
  • MATTOSO, J. (dir.) (2010), Património de Origem Portuguesa no Mundo: arquitetura e urbanismo. Lisboa: F.C.Gulbenkian. 4 vol.s
  • MONTEIRO, N.G.; PINTO, A.C. (dir.) (2013), História Contemporânea de Portugal: 1808-2010. Lisboa/ Madrid: Objetiva/ Fundacion Mapfre

 

Historiografia e ideologias dos patrimónios artísticos e arquitetónicos portugueses ultramarinos
Miguel Bandeira Jerónimo e Fernanda Bicalho
 Investigação em Patrimónios [IP2] 10 ECTS

Descrição
Com base numa organização temática e cronológica, esta unidade curricular tem como objetivo debater criticamente as diferentes interpretações historiográficas da formação do império colonial português no período moderno, e da sua reconstituição histórica e dinamismo desde a declaração de independência brasileira em 1822. Como consequência, o estudante ficará capaz de identificar e dominar os grandes debates e desenvolver conhecimento histórico fundamental sobre as várias configurações históricas e trajetórias dos projetos imperiais e coloniais portugueses, desde o período moderno até à sua desintegração.

Conteúdos

  • O Império ultramarino português e suas diferentes configurações na época moderna;
  • centros e periferias: sistemas, rotas e redes;
  • poderes locais e autoridades negociadas;
  • imperialismos e colonialismos comparados;
  • a geopolítica dos impérios;
  • as “missões civilizadoras” e as políticas da diferença nos impérios coloniais;
  • genealogias imperiais do desenvolvimento;
  • descolonizações e legados pós-coloniais.

Metodologias de ensino e avaliação
Aulas teórico-práticas com entrega de materiais de apoio em cada sessão; trabalho de pesquisa; análise e discussão de textos de reflexão teórica e de estudos de caso. O ensaio final resultante do trabalho de pesquisa e a participação em aula, designadamente na análise e discussão dos textos e estudos de casos, constituem as bases para avaliação.

Bibliografia essencial

  • ALEXANDRE, V.; DIAS, J. (orgs.) (1998), O Império Africano. 1825-1890, vol.
  • BETHENCOURT, F.; CHAUDHURI, K. (orgs.) (1998), História da Expansão Portuguesa. Lisboa: Círculo de Leitores, 5 volumes.
  • BETHENCOURT, F.; CURTO. D. R. (2010), A Expansão Marítima Portuguesa, 1400-1800. Lisboa: Edições 70.
  • FRAGOSO, J.; BICALHO, M. F.; GOUVÊA, M.F. S. (orgs.) (2001), O Antigo Regime nos Trópicos. A Dinâmica Imperial Portuguesa (séculos XVI-XVIII). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.
  • JERÓNIMO, M. B. (org.) (2012), O Império Colonial em Questão: Poderes, saberes, instituições. Lisboa: Edições 70, Colecção História&Sociedade.
  • JERÓNIMO, M. B.; PINTO, A. C. (orgs.) (2014), Portugal e o fim do Colonialismo. Dinâmicas internacionais. Lisboa: Edições 70.
  • MARQUES, A. H. de O.; SERRÃO, J. (orgs.) Nova História da Expansão Portuguesa. Lisboa: Estampa.
  • THOMAZ, L. F. (1994), De Ceuta a Timor. Lisboa: Difel.

 

Patrimónios da palavra: narrativas, discursos e literatura em Língua Portuguesa
Margarida Calafate Ribeiro e Roberto Vecchi
 Investigação em Patrimónios [IP3] 10 ECTS

Descrição
Em 1539, João de Barros, o cronista da fundação do império português, escrevia como justificação da sua Gramática que as armas e os padrões que Portugal disseminou por todos os continentes eram coisas materiais que o tempo trataria, mas que a língua portuguesa ficaria como testemunho do encontro. Este seminário visa analisar várias fontes escritas em língua portuguesa relativas aos espaços que Portugal tocou e os processos de reescrita e emancipação pelos discursos e literaturas dos diversos países que fizeram parte do império português e que usaram a língua portuguesa como instrumento de emancipação e de pronunciamento de identidades diversas.

Conteúdos

  • Analisar os processos e os espaços de penetração, colonização e pós-colonialismo nos espaços de presença portuguesa ou de língua portuguesa;
  • analisar espaços culturais urbanos como espaços híbridos de gestação e de construção histórica, política e cultural;
  • produzir conhecimento especializado sobre os patrimónios linguísticos, artísticos e literários de influência portuguesa.

Metodologias de ensino e avaliação
As aulas seguem o formato de seminário de pós-graduação, com exposições, apresentações e debates de reflexão coletivos sobre tópicos e textos relevantes definidos no início do semestre. Para se atingirem os objetivos será elaborado um trabalho individual, com acompanhamento individualizado, e versando a matéria abordada no seminário. Este trabalho é apresentado oralmente em seminário e debatido. Uma versão final deverá ser entregue por escrito no final do semestre.

Bibliografia essencial

  • BETHENCOURT, F., CHAUDHURI, K. (org.) (1998-2000), História da Expansão Portuguesa. Lisboa: C. Leitores.
  • CADORNEGA, A. O. (1972), História geral das guerras angolanas. Lisboa: AGU.
  • CAMINHA, P. V. (2000), Carta do Achamento do Brasil. Lisboa: F. Gulbenkian.
  • CAMÕES, L. de (1992), Os Lusíadas. Lisboa: I. Camões.
  • COELHO, J. P. B. (2001), Crónica da Rua 513.2. Lisboa: Caminho.
  • LIMA, C. (2004), O Útero da Casa. Lisboa: Caminho.
  • LOURENÇO, E. (1999), A Nau de Ícaro seguido de Imagem e Miragem da Lusofonia. Lisboa: Gradiva.
  • MACEDO, H. (1992), “Recognizing the Unknown: The discoveries and the discovered in the age of European overseas expansion”, Camões Quartely Center, vol.4, n. 1-2, Summer.
  • ONDJAKI (2000), Bom dia camaradas. Luanda: Chá de Caxinde.
  • PEPETELA (1995), O Desejo de Kianda. Lisboa: D. Quixote.
  • SEMEDO, O. (1996), Entre o Ser e o Amar, Guiné-Bissau: INEP.
  • SOUSA, N. (1999), Sangue Negro, Maputo: AEM.
  • TENREIRO, F. J. (1982), Coração em África, Editor África.
  • VIEIRA, J. L. (1988), Luuanda, Lisboa: E. 70.

Aqui pode descarregar os horários do 2º semestre

Teorias e metodologias de investigação: projeto de tese
António Sousa Ribeiro e Miguel Bandeira Jerónimo
 Investigação em Patrimónios [IP4] 10 ECTS

Descrição
Os objetivos da disciplina traduzem-se na aquisição de competências teóricas e metodológicas no âmbito das ciências sociais e nas humanidades. Visa-se, por um lado, o aprofundamento e contextualização de conceitos-chave; por outro lado, pretende-se a familiarização com as metodologias de investigação relevantes para a temática do programa de doutoramento. No final do seminário, os alunos deverão ter concluído o seu projeto de tese.

Conteúdos
Este seminário tem por objetivo proporcionar um contacto aprofundado com perspetivas teóricas e metodológicas relevantes para as várias áreas de investigação abrangidas pelo programa de doutoramento. Dar-se-á particular realce a uma reflexão sobre teorias da cultura, partindo de conceitos como: linguagem, identidade, nação, património, globalização, interculturalidade, diáspora, hibridação, memória, tradução, pós-colonialismo, entre outros.
Ao mesmo tempo, responder-se-á à necessidade de orientação relativamente a aspetos de natureza prática ligados às metodologias de investigação nas ciências sociais e nas humanidades e à construção do projeto de dissertação.

Metodologias de ensino e avaliação
Os métodos de ensino são os adequados a um seminário de doutoramento e baseiam-se, no essencial, no debate e reflexão coletivos sobre tópicos e textos relevantes definidos no início do semestre. Tarefas específicas (p.ex.: apresentações orais; textos breves) irão sendo consignadas aos estudantes ao longo do semestre.
No final do seminário os alunos deverão ter concluído o seu projeto de tese, incluindo a respetiva definição temática, a abordagem ao potencial orientador ou orientadores, a definição de cotutelas e do plano de mobilidade dentro da rede de universidades que colaboram com o programa ao abrigo do protocolo celebrado para o efeito que será defendido perante um júri nomeado para o efeito.
O projeto de tese deverá ser entregue até o último dia do mês de janeiro do respetivo segundo semestre e deverá obedecer às seguintes regras: A4 com 3cm nas margens, espaço duplo, TimesNewRoman, Bookman ou Garamond 12. Na capa deverá constar apenas o seguinte: Universidade de Coimbra, Instituto de Investigação Interdisciplinar da Universidade de Coimbra, nome do programa, título do projeto, autor, orientador(es) e data de apresentação e ter um máximo de 75 mil caracteres (com espaços, incluindo todas as notas, referências bibliográficas e o plano de mobilidade). Vejam-se os pontos 9-19 das Normas (a leitura deste texto não dispensa a consulta das Normas).

Bibliografia essencial

  • ALCINA FRANCH, J. (1994), Aprender a investigar: métodos de trabajo para la redacción de tesis doctorales (humanidades y ciencias sociales). Madrid: Compañia Literaria.
  • ARÓSTEGUI, J. (2001), La investigación histórica: teoría y método. Barcelona: Crítica.
  • ASHWORTH, G. J. et al. (2007), Pluralising pasts: heritage, identity and place in multicultural societies. London; Ann Arbor, MI: Pluto Press.
  • BENNETT, T. et al. (orgs.) (2005), New keywords: a revised vocabulary of culture and society. Malden: Blackwell.
  • BHABHA, H. K. (1994), The location of culture. London and New York: Routledge
  • EAGLETON, T. (2000), The Idea of Culture. London: Blackwell.
  • ECO, U. (1998), Como se faz uma tese em ciências humanas (7ª ed.). Lisboa: Editorial Presença.
  • ERLL, A.; NUNNING, Ansgar (orgs.) (2008), Cultural Memory Studies. An International and Interdisciplinary Handbook. Berlin: de Gruyter.
  • GRAHAM, B. J.; HOWARD, P. (orgs.) (2008), The Ashgate Research Companion to Heritage and Identity. Burlington: Ashgate.

 

Optativa 1
 Investigação em Estudos Culturais [EC] ou Arquitetura e Urbanismo [AU] – [IP5]

Optativa 2
 Investigação em Estudos Culturais [EC] ou Arquitetura e Urbanismo [AU] – [IP6]

Unidades opcionais disponíveis para o 2º semestre

  • Patrimónios e processos de patrimonialização
  • Espaços de influência portuguesa: dinâmicas e legados
  • Atlânticos Sul

Ver Unidades opcionais e Atividades Académicas.

O objetivo final deste ano, que decorre em regime tutorial, ou seja, em trabalho desenvolvido entre o aluno e os seus orientadores, é a apresentação, discussão e aprovação do Relatório de Qualificação. Este relatório é um documento detalhado do estado de desenvolvimento da tese e deve incluir os seguintes pontos: estado da arte, objetivos, metodologia, cronograma com descrição sumária das tarefas e fases a cumprir e, pelo menos, um capítulo completo da dissertação. Esta prova, que corresponde a 30 ECTS, será realizada na UC e destina-se a demonstrar a viabilidade da conclusão do projeto nos dois anos não curriculares do curso que se lhe seguem. Essa aprovação será produzida, após discussão com o aluno, por um júri constituído para o efeito. Como acima se referiu, o plano para a realização das optativas do 3º semestre do 2º ano é aprovado com o Projeto de Tese no final do 1º ano. Além da frequência de unidades curriculares oferecidas para o efeito, a realização desses 30 ECTS poderá ocorrer conjugando a frequência de unidades curriculares noutras universidades do consórcio e/ou com a realização de atividades de acordo com a tabela que consta do Anexo Único do Regulamento que abaixo se reproduz. O seu reconhecimento será feito numa das unidades curriculares optativas Seminário de Atividades de Investigação, carecendo assim de inscrição prévia. Com isso pretende-se incentivar a mobilidade e realização de ações extracurriculares diretamente relacionadas com as dissertações já então em desenvolvimento pelos doutorandos.

Unidades optativas e atividades de investigação no 3º semestre:

  • Cinema, Media e Cidade nos países africanos de língua portuguesa
  • Do colonial ao pós-colonial: processos e legados
  • Seminário de Atividades de Investigação I (AU)
  • Seminário de Atividades de Investigação II (AU)
  • Seminário de Atividades de Investigação III (AU)
  • Seminário de Atividades de Investigação I (EC)
  • Seminário de Atividades de Investigação II (EC)
  • Seminário de Atividades de Investigação III (EC)

 

Ver Unidades opcionais e Atividades Académicas.

3º ano
Tese I
Walter Rossa
 Investigação em Arquitetura e Urbanismo [AU] 60 ECTS

Tese I
Margarida Calafate Ribeiro
 Investigação em Estudos Culturais [EC] 60 ECTS

Descrição
Aquisição de disciplina de pensamento crítico e de rigor académico, formação do ethos do investigador. O objetivo é a realização e a finalização da tese de doutoramento. Desenvolvimento de metodologias de investigação, trabalho de campo e redação de conteúdos de maneira ao trabalho de tese ficar completo nos prazos previstos nas Normas do programa de doutoramento.

Metodologias de ensino e avaliação
Reuniões periódicas com o orientador. Os estudantes serão avaliados autonomamente através da entrega regular de capítulos.

4º ano
Tese II
Walter Rossa
 Investigação em Arquitetura e Urbanismo [AU] 60 ECTS

Tese II
Margarida Calafate Ribeiro
 Investigação em Estudos Culturais [EC] 60 ECTS

Descrição
Os docentes responsáveis são os orientadores da tese, escolhidos de acordo com o tema e a área de especialização. O orientador principal deve pertencer às universidades da Rede que conferem cotitulação. Entre o estudante e o orientador são combinadas sessões regulares de orientação. Pode haver um coorientador.

Metodologias de ensino e avaliação
Reuniões periódicas com o orientador. A avaliação será produzida com a discussão final da tese.

O objetivo será a produção da dissertação, que será discutida em provas públicas segundo a legislação e regulamentação em vigor numa das universidades que a cotitulam, e em função do acordo de cotutela previamente estabelecido.

Regra para a escolha das optativas em função do ramo de especialidade

Independentemente do título conferido pela outra universidade do eventual acordo de cotutela, o DPIP conduz à titulação pela UC como Doutor em Patrimónios de Influência Portuguesa na especialidade de Arquitetura e Urbanismo ou de Estudos Culturais. O aluno tem de realizar os 50 créditos das optativas somando 30 na área científica correspondente ao seu ramo e 20 na outra, pelo que deverá programar as suas escolhas de optativas em função deste requisito.

 

Atlânticos Sul
Margarida Calafate Ribeiro
 Investigação em Estudos Culturais [EC] 10 ECTS

Descrição
Os principais objetivos desta unidade curricular são:

  • analisar as dinâmicas de viagem, colonização, Império, resistência e libertação no espaço do Atlântico Sul e das culturas de língua portuguesa nele geradas, a partir dos trânsito havidos;
  • definir o espaço de trânsito como um espaço híbrido de gestação e de construção histórica, política e cultural;
  • analisar os processos e os espaços de pós-colonialismo no Atlântico Sul de língua portuguesa.

Conteúdos

  • Fundação do espaço atlântico sul;
  • consolidação do espaço atlântico – fluxos e refluxos humanos e culturais;
  • a desagregação do império luso-brasileiro e a reconfiguração do espaço atlântico.
  • lusotropicalismos do Atlântico Sul;
  • guerras Coloniais, Revolução e descolonização;
  • Atlânticos do Sul hoje: pós-colonialismos e lusofonia.

Metodologias de ensino e avaliação
Cada sessão temática será dividida em dois momentos: o primeiro consistirá na apresentação dos principais temas e contribuições analíticas por parte do docente, com base na bibliografia indicada, complementada por outros materiais de apoio; o segundo basear-se-á num debate crítico coletivo das obras escolhidas pela apresentação de textos complementares por parte dos discentes, centrados em temas específicos identificados. Apresentados oralmente e por escrito, estes trabalhos serão utilizados para a avaliação. O momento final de avaliação será a feitura de um trabalho escrito sobre um dos temas do curso.

Bibliografia essencial

  • AGUALUSA, J.E. (1997), Nação Crioula, Lisboa: Dom Quixote.
  • ALBUQUERQUE, L. (1991), O Confronto do Olhar. Lisboa: Caminho.
  • ALENCASTRO, L.F. (2000), O Trato dos Viventes. S. Paulo: C. Letras.
  • ALMEIDA, M.V. (2000), Um Mar da Cor da Terra. Oeiras: Celta.
  • BETHENCOURT, F. e CHAUDHURI, K. (eds) (1998-2000), História da Expansão Portuguesa. Lisboa: C. de Leitores.
  • CADORNEGA, A.O. (1972), História Geral das Guerras Angolanas: 1680. Lisboa: AGU.
  • FERRONHA, A.L. (org.) (1992), As Cartas do Rei do Congo. Lisboa: Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses.
  • FREYRE, G. (2003), Casa-Grande e Senzala. Lisboa: Lv do Brasil
  • GÂNDAVO, P. M. (2004), História da Província de Santa Cruz. Lisboa: AA
  • HENRIQUES, I. C. (2004), Os Pilares da Diferença. Lisboa: Caleidoscópio
  • HOLANDA, S. B. (2000), Raízes do Brasil. Lisboa: Gradiva
  • LOURENÇO, E. (2005), A Morte de Colombo. Lisboa: Gradiva
  • M’BOKOLO, E. (2003), África Negra. Lisboa: Vulgata
  • NARO, N.P. (eds.) (2007), Cultures of the Lusophone Black Atlantic. New York: Palgrave
  • PEPETELA (1997), A Gloriosa Família. Lisboa: D. Quixote
  • SANTIAGO, S. (2004), O Cosmopolitismo do Pobre. Belo Horizonte: UFMG

 

Cinema, Media e Cidade nos países africanos de língua portuguesa
Mirian Tavares
 Investigação em Estudos Culturais [EC] 10 ECTS

Descrição
Neste seminário iremos discorrer sobre a questão da imagem na contemporaneidade e das propostas que fundamentam o regime visual num mundo simultaneamente próximo e distante que é o universo dos países de língua portuguesa. O que ficou da herança europeizante na produção artística, e na produção de sentidos, na contemporaneidade destes países? Há uma questão que é fulcral para a produção visual nos tempos que correm e que diz respeito a um sentimento de pertença: se eu não sou eu nem sou o outro, quem sou eu afinal? O que me liga aos outros? O que me distingue? O que me faz ser eu? Entre a lusofonia e a lusofobia, como podemos classificar e entender a visualidade nos contextos pós-coloniais?

Competências genéricas:

  • em análise e síntese;
  • em gestão da informação;
  • em trabalho em equipas interdisciplinares;
  • em trabalho num contexto internacional;
  • conhecimento de outras culturas e costumes.

Conteúdos

  • A Obra de Arte na era da reprodução técnica;
  • a arte e cultura de massas;
  • migrações da Arte, reconfiguração da estética;
  • a questão da identidade na arte e cultura contemporânea;
  • o discurso da(s) Imagem(ns).

Metodologias de ensino e avaliação
Aulas teórico-práticas, trabalho de pesquisa, análise e discussão de textos de referência teórica. Visionamento de imagens fixas e em movimento será uma das vertentes do programa, a análise dessas imagens assim como a interpretação de textos escritos servirão de base à discussão mais lata sobre as imagens na contemporaneidade.

  • Trabalho de síntese 20%
  • Trabalho de investigação 60%
  • Fichas de leitura 20%

Bibliografia essencial

  • ANDREW, D. (ed.) (1997), The Image in Dispute. Austin: University of Texas Press.
  • ARGULLOL, R. (2007), El Fin del mundo como obra de arte. Barcelona: Acantillado.
  • BAUMAN, Z. (1998), O Mal-estar da pós-modernidade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.
  • BELTING, H.. (2007), “La transparencia del medio: la imagen fotográfica”. in Antropologia de la Imagen. Buenos Aires: Katz.
  • CHARNEY, L. e SCHWARTZ, V. R. (2001), O cinema e a Invenção da Vida Moderna. São Paulo: Cosac & Naify.
  • DIDI-HUBERMAN, G. (2009), Quand les Images prennent position. Paris: Les Édition de Minuit.
  • MACHADO, A. (1997), Pré-cinemas & pós-cinemas. Campinas: Papirus.
  • MIRZOEFF, N. (2013), The Visual Cultural Reader. New York: Routledge.
  • OLALQUIAGA, C. (1998), Megalópolis – sensibilidades culturais contemporâneas. São Paulo: Studio Nobel.
  • PINNEY, C.; PETERSON, N. (2003), Photography’s other histories. Durnham: Duke University Press.

 

Do colonial ao pós-colonial: processos e legados
Miguel Bandeira Jerónimo e Hugo Gonçalves Dores
 Investigação em Estudos Culturais [EC] 10 ECTS

 

Descrição

Esta unidade curricular centra-se na problematização historiográfica e na investigação empírica das continuidades e descontinuidades de processos históricos relacionados com os imperialismos e os colonialismos modernos, questionando criticamente os seus legados e as suas influências. O programa encontra-se organizado de modo temático, procurando oferecer uma abordagem multifacetada dos processos e legados históricos do imperialismo e do colonialismo, tendo o caso português como principal foco de interesse, sem deixar de convocar análises comparativas. O estudante deverá ser capaz de problematizar e questionar as múltiplas dimensões dos processos e legados coloniais e pós-coloniais, compreendendo a sua co-constituição enquanto fenómeno histórico.

 

Conteúdos

1. Do colonial ao pós-colonial: processos e legados. Temas e problemas.

2. As políticas da educação

3. Os programas de desenvolvimento

4. O problema dos direitos humanos

5. Migrações e diásporas

6. As dinâmicas da religião

7. As geometrias da memória e da pós-memória

8. As “políticas da diferença”

Os conteúdos programáticos escolhidos constituem algumas das mais importantes dimensões a partir das quais se pode pensar, de um modo crítico, a problemática historiográfica e a sustentação empírica das continuidades e descontinuidades entre os contextos coloniais e pós-coloniais.

 

Metodologias de ensino e avaliação

Aulas teórico-práticas com entrega de materiais de apoio em cada sessão; trabalho de pesquisa; análise e discussão de textos de reflexão teórica e de estudos de caso.

Os métodos de ensino descritos acima, que promovem a participação constante do estudante na reflexão sobre os temas do curso, favorecem os objectivos de aprendizagem da unidade curricular. A relação dinâmica entre tópicos, materiais de trabalho e a metodologia de ensino – baseada na leitura crítica, debate colectivo, apresentações orais e escritas individuais – asseguram a consistência entre os métodos e os objectivos da unidade curricular, potenciando a transmissão e a assimilação do seu conteúdo.

 

Bibliografia essencial

  • BETHENCOURT, F.; CHAUDHURI, K. (orgs.) (1998), História da Expansão Portuguesa, 5 volumes. Lisboa: Círculo de Leitores.
  • BUETTNER, Elizabeth (2016), Europe after Empire: Decolonization, Society, and Culture. Cambridge: Cambridge University Press.
  • COOPER, Frederick (2016), Histórias de África. Capitalismo, modernidade e globalização. Lisboa: Edições 70.
  • JERÓNIMO, M. B. (org.) (2012), O Império Colonial em Questão: Poderes, saberes, instituições. Lisboa: Edições 70.
  • JERÓNIMO, Miguel Bandeira; MONTEIRO, José Pedro (eds.) (2015), Os Passados do Presente: Internacionalismo, imperialismo e a construção do mundo contemporâneo. Lisboa: Almedina.
  • RIBEIRO, António Sousa; RIBEIRO, Margarida Calafate (eds.) (2016), Geometrias da memória: Configurações pós-coloniais. Porto: Afrontamento.
  • ROSSA, Walter; RIBEIRO, Margarida Calafate (coords.) (2015), Patrimónios de Influência Portuguesa: modos de olhar. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra.

 

Espaços de influência portuguesa: dinâmicas e legados
Sílvia Leiria Viegas
 Investigação em Arquitetura e Urbanismo [AU] 10 ECTS

Descrição

A unidade curricular tem como principal objectivo identificar processos de produção e autoprodução do espaço urbano e habitacional em diversos contextos de influência portuguesa. Visa-se, por um lado, analisar as estratégias, políticas, instrumentos (legais, planos, etc.) e práticas públicas e privadas que estão na origem da adopção e disseminação de determinados modelos morfotipológicos e arquitetónicos, e seus impactes sócio-espaciais e, por outro lado, reconhecer paradigmas de intervenção complementares ou alternativos mais inclusivos, baseados em visões locais, mais ou menos permeáveis. Partindo da revisão do estado da arte referente aos legados do colonialismo português nestas geografias, a disciplina aponta para novas leituras geopolíticas, regionais e locais que contribuam para uma melhor compreensão dos processos de produção do espaço, incluindo as diversidades e contradições explícitas ou latentes dentro dos, e/ou entre os, vários contextos e sua expressão material. Visa-se ainda apresentar os conceitos teórico-metodológicos estruturantes de Produção do Espaço e Direito à Cidade (Lefebvre, 2000; 2009).

 

Conteúdos

Este seminário pretende a introdução à disciplina Espaços de Influência Portuguesa, incluindo a apresentação da ideologia perfilhada, explícita ou implícita na leitura dos processos e espaços produzidos. Apresentação de leituras político-económicas e sócio-espaciais que motivaram a adopção do conceito; (2) Introdução às noções complementares de Produção do Espaço e Direito à Cidade (Lefebvre, 2000; 2009). Visão crítica das suas interpretações no actual contexto global neoliberal; (3) Leitura geral da cultura sócio-espacial dominante veiculada por Portugal durante o período colonial e reacções descentralizadas e locais. Apresentação de casos de estudo (em Angola, Moçambique, Brasil, etc.) e reflexão em torno de visões polarizadas, etnocêntricas ou baseadas em perspectivas locais; (4) Apresentação do quadro geopolítico pós-colonial, com enfoque nos processos de produção de Espaços de Influência Portuguesa na actualidade. Análise de casos paradigmáticos de tabula rasa e renovação urbana (nos centros históricos), expansão urbana mercantilizável, reassentamento e/ou realojamento (nas áreas periféricas), enquanto resposta oficial à autoprodução do espaço em contexto de crescimento acelerado, e vice-versa.   

 

Metodologias de ensino e avaliação

Metodologicamente, a aprendizagem ocorre pelo cruzamento entre contexto teórico e empírico, sendo que os conceitos de Produção do Espaço e Direito à Cidade norteiam a análise dos casos de estudo com enfoque na actualidade. Esta análise parte da leitura do passado (sobre diferentes pontos de vista) para melhor compreensão do presente. Baseia-se na revisão bibliográfica, na descodificação de cartografia original (ortofotomapas, planos, fotografias, desenhos, etc.), na apresentação pontual de comunicações orais por especialistas convidados e no debate esclarecido com os alunos sobre os casos de estudo selecionados.   

A adequação das metodologias apresentadas justifica-se, por um lado, pelo facto do enquadramento teórico se constituir simultaneamente enquanto objectivo e método. Neste âmbito, destacam-se os parâmetros de referência enunciados por Lefebvre (2000; 2009), produto e obra, sendo que o primeiro se refere ao acesso aos benefícios da urbanização (como habitação, infraestruturas, saúde, educação, emprego, lazer, etc.) e o segundo à festa, ou seja, à apropriação do poder ou do espaço e à participação individual e/ou colectiva na construção da plena cidadania. Por outro lado, a revisão bibliográfica, a análise da cartografia e o testemunho directo da experiência de outros pesquisadores especialistas em Espaços de Influência Portuguesa, contribui para um melhor entendimento dos processos de produção das cidades e sua expressão no espaço. Considera-se, na linha de Lefebvre (2000), que o espaço incorpora e espelha os processos de produção que o constituem. Contudo, a leitura, per se, desse espaço urbano produzido não permite uma plena compreensão dos processos que estão na origem da sua forma.   

 

Bibliografia essencial

  • LEFEBVRE, Henri (1974), La Production de L’espace. Paris: Anthropos, 485. 2000.
  • LEFEBVRE, Henri (1968), Le Droit à la Ville. Paris: Económica – Anthropos, 135. 2009.
  • MELO, Vanessa; VIEGAS, Sílvia (2014), “Habitação de Iniciativa Pública em Luanda e Maputo: Modelos de Intervenção e Impactes Sócio-Territoriais no Novo Milénio”, PÓS (21:36), Revista do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da FAUUSP, 124-140.
  • MELO, Vanessa (2016), “The Production of Urban Peripheries For and By Low-Income Populations at the Turn of the Millennium: Maputo, Luanda and Johannesburg”, Journal of Southern African Studies (42:4). Routledge, 619-641.
  • OPPENHEIMER, Jochen; RAPOSO, Isabel (coord.) (2007), Subúrbios de Luanda e Maputo. Lisboa: Colibri, 330.
  • VIEGAS, Sílvia (2015), Luanda, Cidade (im)Previsível? Governação e Transformação Urbana e Habitacional: Paradigmas de Intervenção e Resistências no Novo Milénio, dissertação de doutoramento apresentada à Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa, 522.
  • VIEGAS, Sílvia (2016), “Urbanisation and Peri-Urbanisation in Luanda: a Geopolitical and Socio-Spatial Perspective from the Late Colonial Period to the Present“, Journal of Southern African Studies (42:4). Routledge, 595-618.

 

Patrimónios e processos de patrimonialização
Paulo Peixoto e José Pessôa
 Investigação em Estudos Culturais [EC] 10 ECTS

Descrição
A evolução da noção de património, a emergência de novas categorias patrimoniais, os variados usos sociais que legitimam políticas patrimoniais e a incessante multiplicação de bens classificados, faz sobressair o caráter disputado e conflituoso dos processos de patrimonialização. Estes, envolvendo atores em diferentes escalas territoriais, não deixam de estar inseridos em dinâmicas sociais mais vastas que fazem do campo patrimonial uma arena política onde se disputam hegemonias, ideologias e saberes disciplinares.

Objetivos:

  • tomar conhecimento dos documentos fundadores da noção de património e da sua evolução;
  • identificar processos emblemáticos de patrimonialização, assim como as causas do seus sucesso/insucesso;
  • conhecer as instituições nacionais e internacionais, bem como o âmbito da sua atuação, que operam no campo patrimonial;
  • desenvolver um espírito critico relativamente às operações de patrimonialização.

Conteúdos

  • Noção e evolução de património;
  • cartas, Recomendações e Convenções internacionais sobre património;
  • o conceito de restauro e projeto arquitetónico;
  • património urbano e paisagem cultural;
  • a transformação dos processos de patrimonialização;
  • gestão do património urbano;
  • atores e agentes dos processos de patrimonialização;
  • o património enquanto filosofia emancipadora e enquanto produto da indústria turística;
  • os novos desafios do património.

Metodologias de ensino e avaliação
As aulas serão preponderantemente do tipo magistral, onde a transmissão de conhecimentos será feita de modo expositivo. Este ensino, marcadamente instrutivo será complementado com a fomentação de grupos de discussão, sendo sistematicamente incentivada a participação dos alunos quer através de questões suscitadas, quer através do esforço de complementação de informação, designadamente pelo recurso ao raciocínio crítico. Para se atingirem os objetivos será elaborado um trabalho versando a matéria abordada pela disciplina, em tema a escolher pelo aluno e com acompanhamento individualizado.

Bibliografia essencial

  • BABELON, JP; CHASTEL, A. (1994), La notion de patrimoine. Paris: Liana Levi.
  • CHOAY, F. (2001), A Alegoria do Patrimônio. Unesp: São Paulo.
  • CURY, I. (2000), Cartas Patrimoniais. Rio de Janeiro: IPHAN.
  • FORTUNA, C.; PEIXOTO, P. (2005), “Politiques patrimoniales et réhabilitation urbaine au Portugal”. Pôle Sud, 22, 127-141.
  • GIOVANNONI, G. (1998), L’urbanisme face aux villes anciennes. Paris: Éditions du Seuil.
  • HOBSBAWM, E. (1984), A Invenção das Tradições. Rio de Janeiro: Paz e Terra.
  • JEUDY, H.(2001), La machinerie patrimoniale. Paris: Sens & Tonka.
  • LEITE, R. P. (2004), Contra-usos da cidade. Lugares e espaço público na experiência urbana contemporânea. Editora Unicamp.
  • LOWENTHAL, D. (1985), The Past is a Foreign Country. Cambridge University Press.
  • POULOT, D. (2009), Uma história do patrimônio no Ocidente. Estação Liberdade.
  • RÉMY, J.; e VOYÉ, L. (1994), A cidade : rumo a uma nova definição?. Porto: Afrontamento.
  • VELHO, G. (2006), “Patrimônio, negociação e conflito”. Mana, 1 (XII), 237-248.

 

Atividades académicas (30 ECTS livres)

O plano para realização dos 30 créditos curriculares livres do 2º ano do programa é aprovado com o Projeto de Tese no final do 1º ano. A realização destes 30 ECTS poderá conjugar a frequência até 3 unidades curriculares opcionais (sendo assim obtidos os créditos para elas estabelecidos pela universidade que as proporciona*), com a realização de atividades de acordo com a informação que se segue:

  1. Comunicação em congresso ou seminário – 2,5 ECTS
  2. Artigo ou capítulo de livro aceite em publicação com arbitragem – 5,0 a 7,5
  3. Artigo ou capítulo de livro aceite em publicação sem arbitragem – 2,5 ECTS
  4. Publicação de livro – 5,0 a 10,0 ECTS
  5. Participação continuada em projeto de investigação com relatório – 2,5 ECTS
  6. Viagem de estudo com relatório – 2,5 ECTS
  7. Investigação em arquivo com relatório – 2,5 a 5,0 ECTS
  8. Frequência de seminário temático com relatório – 2,5 a 7,5 ECTS
  9. Participação em workshop com relatório – 2,5 ECTS
  10. Estágio como monitor de uma unidade curricular do ensino superior com relatório – 5,0 ECTS

 

Seminário de Atividades de Investigação I (AU)
Walter Rossa
 Investigação em Arquitetura e Urbanismo [AU] 10 ECTS

 

Descrição

Esta unidade curricular será realizada através do reconhecimento de um conjunto de atividades de investigação previsto no regulamento do curso, designadamente no seu Anexo Único, sendo a classificação final será expressa papenas por “Aprovado” ou “Reprovado”.

 

Seminário de Atividades de Investigação II (AU)
Walter Rossa
 Investigação em Arquitetura e Urbanismo [AU] 10 ECTS

 

Descrição

Esta unidade curricular será realizada através do reconhecimento de um conjunto de atividades de investigação previsto no regulamento do curso, designadamente no seu Anexo Único, sendo a classificação final será expressa papenas por “Aprovado” ou “Reprovado”.

 

Seminário de Atividades de Investigação III (AU)
Miguel Bandeira Jerónimo
 Investigação em Arquitetura e Urbanismo [AU] 10 ECTS

 

Descrição

Esta unidade curricular será realizada através do reconhecimento de um conjunto de atividades de investigação previsto no regulamento do curso, designadamente no seu Anexo Único, sendo a classificação final será expressa papenas por “Aprovado” ou “Reprovado”.

 

Seminário de Atividades de Investigação I (EC)
Miguel Bandeira Jerónimo
 Investigação em Estudos Culturais [EC] 10 ECTS

 

Descrição

Esta unidade curricular será realizada através do reconhecimento de um conjunto de atividades de investigação previsto no regulamento do curso, designadamente no seu Anexo Único, sendo a classificação final será expressa papenas por “Aprovado” ou “Reprovado”.

 

Seminário de Atividades de Investigação II (EC)
Margarida Calafate Ribeiro
 Investigação em Estudos Culturais [EC] 10 ECTS

 

Descrição

Esta unidade curricular será realizada através do reconhecimento de um conjunto de atividades de investigação previsto no regulamento do curso, designadamente no seu Anexo Único, sendo a classificação final será expressa papenas por “Aprovado” ou “Reprovado”.

 

Seminário de Atividades de Investigação III (EC)
Margarida Calafate Ribeiro
 Investigação em Estudos Culturais [EC] 10 ECTS

 

Descrição

Esta unidade curricular será realizada através do reconhecimento de um conjunto de atividades de investigação previsto no regulamento do curso, designadamente no seu Anexo Único, sendo a classificação final será expressa papenas por “Aprovado” ou “Reprovado”.